Raciocínio 54/200
Eu adapto-me ou o outro tem de se adaptar a mim?

Motivação para viver, a busca pela felicidade através de um método de esforço cognitivo. O método que usamos é efetuado por etapas graduais. Será o encadeamento destas etapas que nos levará a entender este processo complexo constituído por 200 raciocínios.

Começaremos vários exercícios de motivação. Poderá comentá-los, ou enviar mensagem em privado para o nosso email:
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Iremos gradualmente e por raciocínios adquirir conhecimento motivacional. Sugerimos que comece pela 1° raciocínio para poder perceber o encadeamento dos raciocínios que iremos estabelecer, e faça a leitura ao seu ritmo. Basta em cima selecionar "Raciocínios" e 1/200, e depois por 2/200 e assim por diante.
Vamos fazer aqui um resumo de todos os raciocínios que já abordámos:
1/200 - O início de uma caminhada
2/200 - O problema de atribuir significado a pensamentos que não interessam
3/200 - Não permita que o passado exerça poder sobre si
4/200 - Transcenda as limitações do passado
5/200 - A mente e o poder incrível da imaginação
6/200 - Os rituais do imaginário
7/200 - Preferir a "felicidade" à "depressão"
8/200 - Vamos criar um raciocínio produtivo
9/200 - O problema da crença do poder da atração
10/200 - Escolher a felicidade e recusar a infelicidade (Parte 1)
11/200 - A explicação do nosso "segredo"!
12/200 - O problema da Ataraxia
13/200 - A emoção da tristeza
14/200 - Nós somos responsáveis pela maneira como nos sentimos
15/200 - A lei da fé
16/200 - O que fazer com a inveja
17/200 - Quando está tudo escuro e a luz que brilha está bem longe
18/200 - A Paz Interior o motor da vida (1/3): introdução
19/200 - A Paz Interior o motor da vida (2/3): o poder da recordação
20/200 - A Paz Interior o motor da vida (3/3): A regra do silêncio deixando de ter razão
21/200 - Retirar de nós a auto-piedade, auto-rejeição, auto-depreciação, auto-anulação (parte 1)
22/200 - Auto-acusação e Auto-piedade (parte 2)
23/200 - Esclarecimento sobre os "Autos"
24/200 - Tomar consciência dos pensamentos que temos
25/200 - Preferir a FELICIDADE em vez da infelicidade (Parte 2)
26/200 - Não tenha medo de errar
27/200 - Fortaleça a sua estabilidade interior
28/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 1): Introdução
29/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 2):
Projetar potência criadora numa dedicação integral com todos, da mesma forma e continuamente
30/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 3): ofereça presença
31/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 4): "Acolhimento" - 1ª Dimensão
32/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 5): "Acolhimento" (continuação)
33/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 6): "Apoio" - 2ª dimensão
34/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 7): "Apoio" - 2ª dimensão (continuação)
35/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 8): "Projeção" - 3ª dimensão
36/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 9): "Valorizar" - 4ª dimensão
37/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 10): "Entrar em sintonia" - 5ª dimensão
38/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 11): "ilumine o outro" - 6ª dimensão
39/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 12): "Como definir o Campo de Ação e o Poder de saber o nome" - 7ª dimensão
40/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 13): "Altere o seu olhar" - 8ª dimensão

41/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 14): "dar espaço ao outro" - 9ª dimensão
42/200 - Como ter potência criadora - 1 estratégia: IVA (imposto de valor acrescentado)
43/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (parte 1/4)
44/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): Um segredo que revelamos - A criação das redes de pequenas maledicências no trabalho (parte 2/4)
45/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): A dificuldade de tornar um assunto em não assunto (3/4)
46/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): na prática o que deixar de fazer (parte 4/4)
47/200 - Como ter potência criadora - 3 estratégia: Não chame os outros à atenção
48/200 - Como ter potência criadora - 4 estratégia: Cale-se por favor!
49/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégia: A história de Tolstói (uma reflexão)
50/200 - Como ter potência criadora: Finalmente - Os miminhos
51/200 - Relações horizontais e não verticais: a unilateralidade - parte 1
52/200 - Relações horizontais e não verticais: a autoresponsabilidade - parte 2
53/200 - O silêncio estúpido 

Hoje iremos analisar o nosso Raciocínio 54/200 - Eu adapto-me ou o outro tem de se adaptar a mim?

Penso que esta temática se for entendida conseguirá estabelecer melhores relações mesmo com pessoas difíceis.(1)

Quem tem de mudar?(2)
Eu tenho de mudar.(3)

Já o dissemos imensas vezes que este processo cognitivo visa apenas a transformação de uma pessoa:(4)
Eu!(5)

O processo não se aplica aos outros(6)
Não são os outros que têm de mudar, mas somos nós mesmos que temos de mudar.(7)

Se alterarmos as nossas palavras, a forma como falamos às outras pessoas, como agimos diante das diversas situações(8). Se alterarmos os nossos pensamentos, a forma como pensamos das pessoas e das situações que acontecem, tudo ganhará um novo sentido dentro de nós mesmos.(9)

Ao deixarmos de atribuir causalidade a coisas exteriores a nós mesmos(10), então daremos um salto enorme na construção do nosso mundo interior.(11)

Se deixarmos de atribuir a causa dos nossos problemas, a objetos inanimados, então o foco pode passar para outro local.(12)

Se deixarmos de atribuir a causa dos nossos problemas às pessoas à nossa volta(13), ou seja, tirar o foco dos filhos, de esposa, de marido, de pessoas difíceis, de chefes autoritários então o foco passará para outro local.(14)

E que local é esse?(15)
Eu mesmo!(16)

Vamos ver se conseguimos fazer aqui uma mudança brusca na nossa forma de pensar e alterarmos por completo as nossas relações.(17)

Este Movimento pode ser desconfortável(18), mas também é profundamente libertador(19). Porque quando colocamos o foco em nós(20), nos nossos pensamentos, atitudes, emoções, escolhas, passamos a perceber o que realmente podemos mudar.(21)

O controle externo é sempre limitado(22), mas o autocontrole, a autogestão e a autoresponsabilidade abrem as possibilidades reais da nossa transformação.(23)

Em outras palavras, ao assumir que eu sou o agente, em vez de apenas a vítima do mundo à minha volta(24), nasce um novo poder: o de agir conscientemente, e não apenas reagir.(25)

Eu não vou reagir, vou agir conscientemente sobre a realidade, estando o foco em mim mesmo.(26)

Aqui entramos na essência da nossa maturidade emocional: agir em vez de apenas reagir.(27)

Quando escolhemos conscientemente como responder(28), sem atribuir a culpa ao exterior, passamos a operar a partir de um ponto de força interior.(29)

O foco em nós mesmos não significa egoísmo, mas sim autoresponsabilidade:(30)
- reconheço o que sinto(31)
- defino as minhas ações de forma alinhada com os meus valores.(32)

No fundo, quando deixo de ser arrastado pelas circunstâncias(33) e pelas pessoas(34), passo a navegar a minha vida com intencionalidade.(35)

Intencionalidade(36)
É um termo filosófico muito pertinente na filosofia, especialmente na fenomenologia de Husserl, por exemplo.(37)

Intencionalidade refere-se ao facto de a consciência estar sempre dirigida para algo(38), ou melhor explicando, toda a experiência consciente tem um objeto, um foco(39). Nada do que pensamos ou sentimos existe num vácuo. Há sempre uma direção.(40)

No nosso contexto, falar de agir com intencionalidade significa:(41)
- escolher conscientemente para onde dirigimos a nossa atenção(42)
- não é nem o outro(43), nem o fora de nós da nossa atenção(44), mas é o dentro de nós.(45)
- definir o porquê de determinada ação(46)

Pretendo um questionamento interno e eterno(47)
Interno porque procuro em mim mesmo as melhores palavras para não ferir a outra pessoa(48), e isto porque promovo a construção de relacionamentos e não a sua destruição.(49)

Eterno porque para sempre esse será o meu modelo de ação sobre a realidade(50). Farei sempre uma reavaliação dos meus pensamentos, das minhas palavras, do meu agir.(51)

O meu observatório, o meu laboratório(52)
Será sempre o outro e será pelo outro (seja lá quem for este outro), será por ele que eu vou crescer emocionalmente.(53)

Atos intencionais(54)
Sendo assim coloco um significado deliberado nos meus atos(55), que passarão a ser atos intencionais(56), ou seja, sempre vou agir intencionalmente em vez de agir de forma automática ou reativa.(57)

Portanto, ao dizer "eu não vou reagir, vou agir conscientemente sobre a realidade", estarei a abraçar a intencionalidade no sentido mais filosófico e profundo(58). Vou orientar a minha consciência e a minha ação de forma voluntária, não ao sabor do acaso.(59)

O nosso olhar coloca em evidência um princípio profundo de responsabilidade e de ética relacional.(60)

O outro é um espelho(61)
Quando digo que o meu laboratório é o outro(62), estarei a assumir que cada pessoa com quem me cruzo funciona como um espelho.(63)

Se eu sorrio o espelho sorri para mim.(64)
Se eu faço má cara o espelho faz má cara para mim.(65)
Se eu fizer do outro o meu campo de experimentação(66) então poderei exercitar a minha humanidade(67) e eu mesmo conseguirei desenvolver-me interiormente.(68)

Agindo com intencionalidade sobre o outro, irei:(69)
- calibrar as minhas palavras para não ferir(70)
- priorizar a construção em vez da destruição da relação(71)
- rever constantemente os meus próprios pensamentos e reações(72)

Este processo, é interno(73)
- porque exige autoconsciência

Eterno(74)
- porque nunca se fecha, nunca se completa, é sempre vivo.

No fundo, o outro não é apenas "um outro":(75)
É um convite constante a refinar quem somos(76), a praticar a empatia, a confirmar se o meu agir está alinhado com os meus valores.(77)

Ao fazer isso, vamos crescendo emocionalmente(78), porque transformamos cada relação num degrau de evolução.(79)

Eu adapto-me ou o outro tem de se adaptar a mim?(80)
Eu adapto-me porque eu viso a construção, a harmonia, a paz, escolhendo conscientemente ceder para não ferir, para não destruir, para permitir que a relação floresça.(81)

Se conseguir compreender esta temática, todos os seus relacionamentos vão florescer.(82)

Mas será que nos anulamos com este proceder?(83)
Será que se a adaptação for sempre de um lado só, corre-se o risco de surgir ressentimento, esgotamento ou sensação de injustiça, mesmo que a nossa intenção inicial seja nobre?(84)
Quando digo "não há anulação do eu mesmo porque sou eu que intencionalmente construo", mostramos uma consciência poderosa: sou eu que decido adaptar-me(85). Sou eu que escolho ceder, não por submissão, mas por livre vontade(86). E Isso faz toda a diferença.(87)

Vamos ver as diferenças sendo eu mesmo a adaptar-me:(88)
- Não sou empurrado a adaptar-me, eu o faço voluntariamente porque procuro a paz e não a razão(89) (temos um raciocínio que explica bem o deixar de ter razão
Raciocínio 20/200 - A Paz Interior o motor da vida (3/3): A regra do silêncio, deixando de ter razão

- Não sou forçado a calar a minha voz(90). Eu calo-me voluntariamente(91) porque procuro a paz, a harmonia(92). Também desenvolvemos um raciocínio nesse sentido:(93)
Raciocínio 87 - Um estudo SECRETO: Os micro rituais de aproximação - a pausa-silêncio transforma-se no par ternura-silêncio

- Sou eu que de forma intencional e lúcida, coloco-me ao serviço da construção da relação(94). Este é um gesto de maturidade e força interior(95), não de fraqueza(96). Porque ao escolher conscientemente promover o bem, preservo a minha autonomia e o meu sentido de propósito.(97)

Eu não reajo ao outro(98). Eu ajo a partir de mim, e eu decido construir(99). Isto não apaga quem sou(100). Na verdade, afirmo-me ainda mais como alguém com valores sólidos e coerentes.(101)

Exemplo da música(102)
Entro no meu escritório. Uma das colegas gosta de ouvir trash metal. Eu gosto de música clássica. Eu deixo a colega à vontade de ouvir a música que gosta.(103)

Este é um exemplo claríssimo de uma postura construtiva e intencional:(104)
- eu tenho consciência do meu gosto(105)
- percebo o gosto da colega(106)
- faço a escolha de permitir que ela usufrua do espaço à maneira dela, sem me impor.(107)

Isto revela maturidade, generosidade e acima de tudo, segurança interior(108). Não preciso de anular o outro para afirmar quem sou(109). Pelo contrário, ao dar espaço, afirmo o meu próprio valor, mostro tolerância, abertura e respeito.(110)

Isto é a essência de quem lidera a própria vida de forma consciente.(111)

O sofisma que todos devem ceder um pouco: a crença na bilateralidade(112)
No senso comum, as pessoas acreditam que para haver equilíbrio nas relações, toda a gente deve ceder um pouco(113). Ou seja, que a adaptação deve ser mútua e partilhada.(114)

Eu não penso assim.(115)
Propomos outra via.(116)
E a via não é da reciprocidade.(117)
Não acredito em reciprocidade, por muito que ainda não o entenda.(118)

Sou eu que, intencionalmente, promovo a relação(119), adaptando-me ao outro(120), estudando a fundo a sua forma de ser(121), ajustando o meu comportamento de forma consciente(122), não porque me sinto obrigado a isso(123), mas porque escolho fazê-lo como estratégia para criar relações horizontais e respeitosas.(124)

Eu adapto-me mas não me perco de mim(125), eu sei quem sou e sei o que procuro(126): procuramos sempre a construção, sempre a harmonia, sempre a relação - sempre a ponte e nunca o abismo.(127)

Lembre-se sempre que procuramos a construção(128), é isso que promove as relações como saudáveis.(129)

Eu observo, compreendo, e tento fazer os Movimentos mais certeiros para acolher o outro(130). Lembra-se de termos falado sobre o acolhimento:(131)
Raciocínio 31 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 4): "Acolhimento" - 1ª Dimensão
Raciocínio 32 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 5): ""Acolhimento"" (continuação) 1ª Dimensão"

Ao fazer isso, promovo a harmonia(132), porque não espero passivamente que o outro tenha a mesma maturidade para se adaptar a mim(133). O outro simplesmente não tem que se adaptar.(134)

Releia por favor milhares de vezes: "O outro simplesmente não tem que se adaptar".(135)

Sou eu quem lidero a qualidade da relação(136) 
No fundo, sou eu quem lidera a qualidade da relação, usando a minha consciência e intenção como instrumentos de construção.(137)

Isto parece contraditório para a maioria das pessoas que vivem à espera de reciprocidade e de reações bilaterais.(138).

Eu escolho esta via por livre decisão(139), para garantir relações mais humanas e menos verticais(140), mesmo que os outros não saibam como o fazer(141), nem precisam saber fazer(142). Por isso o meu agir é unilateral(143). Sou eu que estou no processo, não são os outros(144). Por isso as exigências não têm sentido nenhum(145). Nem mesmo explicar-lhes faz sentido(146), porque eles não estão no processo(147), nem precisam estar(148), para que funcione(149). Funciona porque eu estou no processo(150). Consegue perceber a diferença?(151)

Releia por favor milhares de vezes: "mesmo que os outros não saibam como o fazer, nem precisam saber fazer".(152)

Só nós estamos no processo(153)
É o nosso eu que se está a ser transformado(154). Deixemos os outros livres(155), nos seus modos de viver e agir.(156)
Não exigir que o outro se adapte a nós é assumirmos de nós mesmos a responsabilidade de adaptar a cada situação(157) porque buscamos a harmonia(158). Porque quero ser o construtor da relação(159), não existe sentido em forçar o outro a corresponder às minhas expectativas.(160)

E aqui encontramos grandes provas de amor, de cedência, de acolhimento.(161)

No nosso modo de ver, as relações serão sempre horizontais e genuínas(162) nascendo precisamente quando deixamos o outro ser quem é, estar em paz na sua forma de agir(163), que faça bem ou faça mal(164). Por favor deixe o outro em paz(165), sem o corrigir(166). Sem exigir mudanças(167), sem o moldar à nossa imagem(168), sem lhe impor regras(169). As relações estão cheias de regras(170), são um sufoco.(171)

A base da harmonia(172)
O esforço, atenção - é mesmo um esforço está em compreender(173)? Ajustar, abraçar a diversidade de perfis e nesse gesto, colocamos aqui a base da harmonia.(174)

Uma postura rara e poderosa(175)
Esta postura é rara e poderosa, porque evita cobranças(176), evita ressentimentos porque não há expetativa no outro(177), promove a liberdade(178) e ao mesmo tempo protege a minha integridade(179), já que essa adaptação é livre e intencional(180), não uma submissão cega(181). Sou eu mesmo que promovo a relação.(182)

A maioria das relações sociais anda sufocada de regras:(183)
- "faz assim",(184)
- "não podes falar aquilo",(185)
- "tens de agir desta forma",(186)
- "espera-se isto de ti…"(187)

Uma pressão constante(188) para se moldarem uns aos outros(189). Rejeitamos absolutamente esta lógica(190). Não queremos relações baseadas em normas apertadas e expectativas castradoras.(191)

Se conseguir retirar as regras que impõe constantemente aos outros(192), irá transformar completamente as suas relações.(193)

Um pedido de ajuda(194)
Recebemos recentemente uma mensagem de pedido de ajuda. Um senhor casado há mais de 35 anos mas onde neste momento não há luz, apenas existe uma profunda depressão.

Aconselhámos dois pontos importantes:(195)
1. Viva apenas para a agradar a outra pessoa e deixe de se agradar a si mesmo.(196)
2. Peça à sua esposa uma lista de 10 coisas que ela gostaria e viva com essa direção para a construção da sua relação.(197)
Esta foi apenas uma pequena abordagem. Demos outras diretrizes também.(198)

Recusar impor o meu modo(199)
Quando deixo de tentar impor o meu modo ao outro, percebo que o facto de alguém não agir como eu gostaria não constitui, por si só, um problema.(200) 

Nós libertamos os outros de qualquer obrigação de adaptação(201), e libertamos a nós mesmos também da necessidade de controlar.(202)

Esta temática do controle é maravilhosa. E iremos explorá-la mas não agora.(203)

Escolhemos ser nós a ajustar-nos(204), conscientemente(205), porque queremos promover a harmonia(206), mas sem quereremos que os outros se tornem iguais a nós.(207)

Ninguém tem que ser outra coisa além do que é(208) e não há exigências escondidas(209). Só há espaço, liberdade e construção genuína(210). Aqui, há amor e o amor liberta.(211)

As nossas relações tornam-se um espaço vivo(212), não um contrato de regras sufocantes.(213)

Quem tem de se adaptar?(214)
Eu me adapto.(215)

Abraço fraterno
Nuno Miguel R. S. Gomes
(Sociólogo e Filósofo)

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