Raciocínio 63/200

Ação ou reação: A peça teatral
Dão-nos um guião e escolhemos outro papel

Motivação para viver, a busca pela felicidade através de um método de esforço cognitivo. O método que usamos é efetuado por etapas graduais. Será o encadeamento destas etapas que nos levará a entender este processo complexo constituído por 200 raciocínios.

Começaremos vários exercícios de motivação. Poderá comentá-los, ou enviar mensagem em privado para o nosso email:
Auto.ajuda.mundo@gmail.com

Iremos gradualmente e por raciocínios adquirir conhecimento motivacional. Sugerimos que comece pela 1° raciocínio para poder perceber o encadeamento dos raciocínios que iremos estabelecer, e faça a leitura ao seu ritmo. Basta em cima selecionar "Raciocínios" e 1/200, e depois por 2/200 e assim por diante.
Vamos fazer aqui um resumo de todos os raciocínios que já abordámos:
1/200 - O início de uma caminhada
2/200 - O problema de atribuir significado a pensamentos que não interessam
3/200 - Não permita que o passado exerça poder sobre si
4/200 - Transcenda as limitações do passado
5/200 - A mente e o poder incrível da imaginação
6/200 - Os rituais do imaginário
7/200 - Preferir a "felicidade" à "depressão"
8/200 - Vamos criar um raciocínio produtivo
9/200 - O problema da crença do poder da atração
10/200 - Escolher a felicidade e recusar a infelicidade (Parte 1)
11/200 - A explicação do nosso "segredo"!
12/200 - O problema da Ataraxia
13/200 - A emoção da tristeza
14/200 - Nós somos responsáveis pela maneira como nos sentimos
15/200 - A lei da fé
16/200 - O que fazer com a inveja
17/200 - Quando está tudo escuro e a luz que brilha está bem longe
18/200 - A Paz Interior o motor da vida (1/3): introdução
19/200 - A Paz Interior o motor da vida (2/3): o poder da recordação
20/200 - A Paz Interior o motor da vida (3/3): A regra do silêncio deixando de ter razão
21/200 - Retirar de nós a auto-piedade, auto-rejeição, auto-depreciação, auto-anulação (parte 1)
22/200 - Auto-acusação e Auto-piedade (parte 2)
23/200 - Esclarecimento sobre os "Autos"
24/200 - Tomar consciência dos pensamentos que temos
25/200 - Preferir a FELICIDADE em vez da infelicidade (Parte 2)
26/200 - Não tenha medo de errar
27/200 - Fortaleça a sua estabilidade interior
28/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 1): Introdução
29/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 2):
Projetar potência criadora numa dedicação integral com todos, da mesma forma e continuamente
30/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 3): ofereça presença
31/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 4): "Acolhimento" - 1ª Dimensão
32/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 5): "Acolhimento" (continuação)
33/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 6): "Apoio" - 2ª dimensão
34/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 7): "Apoio" - 2ª dimensão (continuação)
35/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 8): "Projeção" - 3ª dimensão
36/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 9): "Valorizar" - 4ª dimensão
37/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 10): "Entrar em sintonia" - 5ª dimensão
38/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 11): "ilumine o outro" - 6ª dimensão
39/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 12): "Como definir o Campo de Ação e o Poder de saber o nome" - 7ª dimensão
40/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 13): "Altere o seu olhar" - 8ª dimensão

41/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 14): "dar espaço ao outro" - 9ª dimensão
42/200 - Como ter potência criadora - 1 estratégia: IVA (imposto de valor acrescentado)
43/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (parte 1/4)
44/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): Um segredo que revelamos - A criação das redes de pequenas maledicências no trabalho (parte 2/4)
45/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): A dificuldade de tornar um assunto em não assunto (3/4)
46/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): na prática o que deixar de fazer (parte 4/4)
47/200 - Como ter potência criadora - 3 estratégia: Não chame os outros à atenção
48/200 - Como ter potência criadora - 4 estratégia: Cale-se por favor!
49/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégia: A história de Tolstói (uma reflexão)
50/200 - Como ter potência criadora: Finalmente - Os miminhos
51/200 - Relações horizontais e não verticais: a unilateralidade - parte 1
52/200 - Relações horizontais e não verticais: a autoresponsabilidade - parte 2
53/200 - O silêncio estúpido
54/200 - Eu adapto-me ou o outro tem de se adaptar a mim?
55/200 - Não compre guerras. O problema da conspiração
56/200 - A teoria dos Habitats: não floresça em microclimas
57/200 - O desconforto: o nosso campo de ação (parte 1)
58/200 - O desconforto: os contra-vontades (parte 2)
59/200 - Um jogo de energias - escolher ou acolher?
60/200 - Como atrair tudo até si
61/200 - Porque não vendemos nada e o nosso experimento social é gratuito - Parte 1
62/200 - Porque não vendemos nada e o nosso experimento social é gratuito - Parte 2 - O busílis

Hoje iremos analisar o nosso Raciocínio 63/200 - Ação ou reação - A peça teatral, dão-nos um guião e escolhemos outro papel

O tema reação/ação dará futuramente mais um livro gratuito, será o nosso Livro 6, e abordará os seguintes Raciocínios(1)
Raciocínio 100/200 - Antes de Reagir, Ajo: Não vou reagir - os mantras
Raciocínio 101/200 - Antes de Reagir, Ajo: Só queixas
Raciocínio 102/200 - Antes de Reagir, Ajo: Relações de proximidade - o antídoto
Raciocínio 103/200 - Antes de Reagir, Ajo: Desabafar: não! Como aliviar o peso das emoções
Raciocínio 104/200 - Antes de Reagir, Ajo: O arquivo da emoção e o arquivo da razão
Raciocínio 105/200 - Antes de Reagir, Ajo: Sofismas emocionais: o encarceramento da emoção
Raciocínio 106/200 - Os rituais do imaginário - (parte 2): Não somos o que sabemos, somos o que estamos dispostos a aprender
Raciocínio 107/200 - Os rituais do imaginário (parte 3): inteligência emocional e espiritualidades
Raciocínio 108/200 - Antes de Reagir, Ajo: Chamam-me a atenção
Raciocínio 109/200 - Antes de Reagir, Ajo: Chamam-me à atenção - a ponte que não se quebra
Raciocínio 110/200 - Antes de Reagir, Ajo: Chamam-me a atenção - ver em mim o que ainda resiste

Aqui quero iniciar esta narrativa como pronúncio(2) daquilo que na verdade será tratado de forma mais exaustiva.(3)

Quando alguém nos ofende(4), a reação automática(5) seria devolver na mesma moeda(6), recuar(7) ou endurecer(8). 
Está fora do nosso experimento social estas três respostas:(9)
- devolver na mesma moeda
- recuar
- endurecer

Escolhemos de forma intencional(10), não embarcar nesse reflexo(11), porque estaremos a afirmar uma outra lógica(12). Uma lógica de construção(13) em vez de reação.(14)

Esta escolha consciente(15) transforma-nos em autores da cena(16), não apenas atores arrastados por um guião alheio.(17)

E o mais gracioso é que esta decisão(18) de não nos deixarmos reduzir(19) ao papel de ofendidos(20) não é apenas um ato de generosidade(21), é um ato de PODER(22), a cena não rola porque o outro nos dá um guião(23), a cena é desencadeada pelo papel que EU QUERO TER.(24)

Mostramos que a nossa identidade não está à venda(25), não é moldada pela ofensa(26). A nossa identidade está firme no chão fértil(27) da nossa INTENÇÃO.(28)

Eu não sou apenas o que me fazem(29); eu sou também o que escolho fazer(30) com o que me fazem.(31)

Eu posso agir de forma diferente(32). E aqui damos lugar há nossa maturidade emocional(33), mas também a uma forma de arte(34). Porque é preciso engenho(35) para construir pontes(36) onde antes há só ruído.(37)

É preciso coragem(38) para não reagir como vítima(39), mas agir como presença lúcida e criadora(40). E aqui sim, damos lugar ao Movimento de Motivação e de Auto-Ajuda.(41)

É preciso uma coragem funda e TERNA(42) não a do combate cego(43), mas a do coração que se mantém desperto(44) mesmo quando tudo à volta convida a nos retrairmos(45) ou à queixa.(46)

Não reagir como vítima é uma escolha radical.(47)

É recusar o automatismo(48) do "coitado de mim"(49), mesmo quando o mundo parece montar a cena perfeita para esse papel.(50)

É um virar-se para dentro(51), respirar(52), e dizer:
"Aqui estou, inteiro. Não para me defender, mas para criar."(53)

Esta presença lúcida(54), graciosa(55), esta expressão, é um gesto de liberdade(56). Da nossa liberdade de não reagir ao papel que quase nos obrigam a ter.(57)

Quando nos atacam querem entregar-nos o papel de vítimas(58), o papel do defensor.(59)
Nós não queremos esse papel.(60)

Por isso em vez de reagirmos, vamos tomar em mãos um outro papel.(61)

Quando nos atacam, oferecem-nos um guião:(62)
"Agora ficas magoado, agora revoltas-te, agora justificas-te."(63)

Mas nós recusamos o guião(64). Com uma doçura firme(65), saímos da peça(66). 
Este sair da peça é esta inteligência rara de que já falámos(67). Em vez de reagirmos(68), tomamos em mãos um outro papel(69), o da presença que cria(70), o da inteligência AMOROSA(71), o da liberdade que não se contorce(72).

Não vamos vestir a armadura(73), nem empunhar escudos.(74)
Vamos vestir a nossa nudez verdadeira.(75)
E com ela, escrever um gesto, um silêncio, uma pergunta inesperada.(76)

Porque não queremos o papel de vítimas(77), nem o dos agressores(78), nem o dos mártires.(79)

Queremos ser autores de uma história que se escreve através de nós(80), mas essa história é de bondade(81), de ternura(82), é uma história de AMOR COM TODOS(83) e uma forma de tentarmos dar paz onde só existe ódio.(84)

Eu preciso que perceba que não estou se quer interessado nas conversas de corredor(85). Eu interesso-me sim pela forma como vou responder(86) aos meus agressores(87). Estou bastante interessado em desarmá-los com o meu AMOR e com a minha TERNURA.(88)

Repare que já falámos disso:(89)
Raciocínio 50 - Como ter potência criadora: Finalmente - os miminhos
Raciocínio 55 - Não compre guerras. O problema da conspiração

E falaremos mais à frente sobre isto:(90)
Raciocínio 74 - Conspiração: As vidas diminuídas (Parte 2)

Quando, em vez de respondermos com espinhos(91), oferecemos um toque de mel.(92)

Não por ingenuidade(93), mas por MATURIDADE(94). Não por fraqueza(95), mas por amor à vida mesmo quando a vida nos desafia.(96)

Esse amor à vida quando é profundo, lúcido, verdadeiro(97), transforma tudo(98). Ele não é cego(99), não é passivo, não é permissivo(100). Mas é radicalmente respeitador.(101)

E age sobre a realidade(102). E aqui fazemos história com a nossa vida.(103)

Respeitar o outro(104), mesmo quando nos ataca(105), NÃO É CEDER(106). É recusar o papel que nos dão(107). É ver, para lá da violência(108), um ser humano frágil, às vezes cego, às vezes perdido como todos nós já fomos um dia.(109)

Este amor à vida ensina-nos que o ataque do outro não apaga a sua dignidade(110). E que a nossa resposta pode ser firme sem ser cruel(111), pode ser clara sem ser dura(112), pode ser uma oferta de inteireza em vez de um reflexo de dor.(113)

A forma como respondemos diz muito de nós(114). Se ainda estamos em dor(115) ou se verdadeiramente empreendemos uma construção dentro do Movimento de Motivação e Auto-Ajuda.(116)

Vamos dizê-lo milhares de vezes, que são as nossas palavras que podem destruir relações(117), destruir conexões.(118)

Se as nossas palavras forem amorosas, construtoras(119), então desempenharemos um papel de coragem(120), de alguém que enfrenta a investida com AMOR e com TERNURA.(121)

É um caminho exigente, claro(122). Mas é o único que regenera o mundo em vez de o repetir.(123)

Reconhecimento é o que o agressor quer(124) e nós vamos dar-lhe de outra forma(125)
Quando escolhemos este gesto de respeitar o outro(126) mesmo no embate(127) não é porque sejamos santos(128). 
É porque percebemos que, no fundo, toda a agressão quer só uma coisa: reconhecimento(129). E nós escolhemos dar esse reconhecimento através de outras formas.(130)

Nós escolhemos dar esse reconhecimento de forma livre(131), não condicionada pelo guião da agressão.(132)

O agressor trás o guião do ataque(133) e entrega-nos o papel para nos defendermos.(134)
Como numa peça de teatro.(135)
Nós rejeitamos esse papel.(136)

Tão claro e tão fundo.(137)

O agressor entra em cena com o guião já ensaiado.(138)
Ele sabe as falas, conhece os gestos:(139)
- Acusa,(140)
- Provoca,(141)
- Fere.(142)

E no instante seguinte, estende-nos o papel como se dissesse:(143)
"Agora é a tua vez. Defende-te. Responde. Mostra que existes pelo contra-ataque."(144)

Mas nós, nós rejeitamos esse papel.(145)

Não por fraqueza, mas por lucidez.(146)
Não por fuga, mas por consciência.(147)

Sabemos que aceitar o papel do defensor é entrar na peça dele(148), é repetir o enredo(149) que já foi encenado mil vezes por essa pessoa.(150)

Nós escolhemos sair do palco e sentar-nos noutro lugar.(151)
Ou, se ficamos, é para improvisar um gesto novo.(152)

É aqui que entra o nosso Experimento Social(153). As chamadas pessoas tóxicas [termo que não acreditamos](154), os nossos gestos não alimentam o conflito(155), mas também não o ignoram.(156)

O nosso gesto será aquele que quebra o ritmo previsível da violência com a surpresa da presença.(157)

Neste não-ato(158), neste não-responder como esperam(159), está uma força revolucionária.(160)

A nossa recusa não é omissão, é criação(161). Não porque aceitamos o ataque(162), mas porque vemos para lá dele(163). Escolhemos olhar o outro como mais do que o seu gesto(164), mais do que a sua raiva(165), mais do que a sua defesa(166), mais do que o seu medo disfarçado de dureza.(167) 

E por isso damos reconhecimento de outras formas:(168)
— com um silêncio que não fere, mas acolhe;(169)
— com uma firmeza que não precisa gritar para se fazer respeitar;(170)
— com um gesto pequeno, inesperado, que interrompe a repetição do ataque-defesa e da defesa-ataque.(171)

Não alimentamos o ataque.(172)

Respondemos como quem semeia outro tipo de chão(173). 
Um solo mais fértil, mais vivo(174). Onde até a dor pode, um dia, florir em compreensão.(175) 

Nestes cenários temos de arranjar ESTRATÉGIAS de AMOR(176), quando VIEREM CONTRA NÓS(177). Volto a referir que os nossos atos não serão atos PASSIVOS(178). E o AMOR, quando consciente(179), é a mais ativa das forças.(180)

Nestes cenários em que o mundo parece vir contra nós com palavras afiadas(181), com olhares de desdém(182), com tentativas de nos empurrar para o papel de vítimas(183) ou defensores(184) só precisamos de ESTRATÉGIAS(185). São precisamente as estratégias que promovem em nós amadurecimento emocional.(186)

E amar nessas horas não é ceder(187). É construir(188). É um resistir de outro modo(189). É criar sem reagir.(190)

Volto a sublinhar com força: isto não é passividade. Isto é poder ativo.(191)

Uma estratégia de amor pode ser um silêncio que honra.(192)

Já antes falámos sobre a regra do silêncio e deixar de ter razão:(193)
Raciocínio 20/200 - A Paz Interior o motor da vida (3/3): são 3 reflexões sobre este tema. A Paz Interior o motor da vida (parte 3): "A regra do silêncio deixando de ter razão"

Em tantos momentos podemos simplesmente ficar em silêncio(194). Não precisamos que nos peçam desculpa(194). A nossa visão é de construção.(195)

Temos um Raciocínio que fala sobre isso:(196)
Raciocínio 64 - Um amor raro que faz relações durarem anos - Não precisamos que nos peçam desculpa

Recusamo-nos a fechar o coração.(197)

Pode ser um sorriso que, em vez de ironia(198), carrega compaixão por quem ainda vive preso a papéis automáticos.(199) 

E talvez, quem sabe uma dessas estratégias no momento certo, com a presença certa abra uma fresta de construção.(200)

Temos tanto para partilhar(201), para construir em si um outro modelo de existência(202) onde os seus atos são sim intencionais(203). É precisamente aqui que entra a originalidade do nosso Movimento(204), quando a intenção(205) passa a fazer parte deste modelo de existência(206), e onde tudo o que acontece passa a fazer parte de uma história que se escreve por nós.(207) 

Tenho tanto, tanto mesmo para explicar(208), e por isso os raciocínios precisam ser graduais(209). Porque no fundo, esta recusa do guião da vítima(210) ou do defensor(211) não é só uma estratégia para lidar com o conflito(212) é uma porta para um outro modo de ser no mundo.(213)

Um modo em que o nosso estar deixa de ser reação e passa a ser criação(214). É um outro modelo de existência(215). Um modelo onde não vivemos ao sabor do que nos fazem(216), mas a partir do que escolhemos ser(217). E aqui somos os atores principais da nossa história(218) que se escreve através de um papel intencional.(218)

Os nossos atos não são impulsos descontrolados(219) nem obrigações sociais(220), mas Movimentos intencionais(221). Movimentos que brotam de dentro(222), com sentido(223). Que constroem(224), em vez de apenas responderem(225). Que não são feitos para agradar(226) nem para se proteger(227), mas para revelar o que é possível(228), mesmo no meio da tensão.(229)

Este outro modelo não se impõe, mas convida à vida.(230)

É um caminho que exige vigilância, sim(231), e ternura constante(232). Mas que, passo a passo, pode transformar até os encontros mais difíceis em oportunidades(233) de nós mesmos crescermos(234) na forma como aceitamos e respeitamos os outros.(235)

Portanto os outros são o nosso laboratório(236). São a forma para o meu desenvolvimento(237). É por isso que o termo tóxico(238) não tem sequer nenhum sentido para nós(239). Precisamos dos outros para crescer emocionalmente.(240) 

Mas havemos de falar muito sobre a toxicidade.(241)

Abraço fraterno
Nuno Miguel R. S. Gomes
(Sociólogo e Filósofo)

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