Raciocínio 68/200
O mimo como forma de resistência contra o endurecimento do mundo:
use a cor que tiver

Motivação para viver, a busca pela felicidade através de um método de esforço cognitivo. O método que usamos é efetuado por etapas graduais. Será o encadeamento destas etapas que nos levará a entender este processo complexo constituído por 200 raciocínios.
Começaremos vários exercícios de motivação. Poderá comentá-los, ou enviar mensagem em privado para o nosso email:
Auto.ajuda.mundo@gmail.com

Iremos gradualmente e por raciocínios adquirir conhecimento motivacional. Sugerimos que comece pela 1° raciocínio para poder perceber o encadeamento dos raciocínios que iremos estabelecer, e faça a leitura ao seu ritmo. Basta em cima selecionar "Raciocínios" e 1/200, e depois por 2/200 e assim por diante.
Vamos fazer aqui um resumo de todos os raciocínios que já abordámos:
1/200 - O início de uma caminhada
2/200 - O problema de atribuir significado a pensamentos que não interessam
3/200 - Não permita que o passado exerça poder sobre si
4/200 - Transcenda as limitações do passado
5/200 - A mente e o poder incrível da imaginação
6/200 - Os rituais do imaginário
7/200 - Preferir a "felicidade" à "depressão"
8/200 - Vamos criar um raciocínio produtivo
9/200 - O problema da crença do poder da atração
10/200 - Escolher a felicidade e recusar a infelicidade (Parte 1)
11/200 - A explicação do nosso "segredo"!
12/200 - O problema da Ataraxia
13/200 - A emoção da tristeza
14/200 - Nós somos responsáveis pela maneira como nos sentimos
15/200 - A lei da fé
16/200 - O que fazer com a inveja
17/200 - Quando está tudo escuro e a luz que brilha está bem longe
18/200 - A Paz Interior o motor da vida (1/3): introdução
19/200 - A Paz Interior o motor da vida (2/3): o poder da recordação
20/200 - A Paz Interior o motor da vida (3/3): A regra do silêncio deixando de ter razão
21/200 - Retirar de nós a auto-piedade, auto-rejeição, auto-depreciação, auto-anulação (parte 1)
22/200 - Auto-acusação e Auto-piedade (parte 2)
23/200 - Esclarecimento sobre os "Autos"
24/200 - Tomar consciência dos pensamentos que temos
25/200 - Preferir a FELICIDADE em vez da infelicidade (Parte 2)
26/200 - Não tenha medo de errar
27/200 - Fortaleça a sua estabilidade interior
28/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 1): Introdução
29/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 2):
Projetar potência criadora numa dedicação integral com todos, da mesma forma e continuamente
30/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 3): ofereça presença
31/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 4): "Acolhimento" - 1ª Dimensão
32/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 5): "Acolhimento" (continuação)
33/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 6): "Apoio" - 2ª dimensão
34/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 7): "Apoio" - 2ª dimensão (continuação)
35/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 8): "Projeção" - 3ª dimensão
36/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 9): "Valorizar" - 4ª dimensão
37/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 10): "Entrar em sintonia" - 5ª dimensão
38/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 11): "ilumine o outro" - 6ª dimensão
39/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 12): "Como definir o Campo de Ação e o Poder de saber o nome" - 7ª dimensão
40/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 13): "Altere o seu olhar" - 8ª dimensão

41/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 14): "dar espaço ao outro" - 9ª dimensão
42/200 - Como ter potência criadora - 1 estratégia: IVA (imposto de valor acrescentado)
43/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (parte 1/4)
44/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): Um segredo que revelamos - A criação das redes de pequenas maledicências no trabalho (parte 2/4)
45/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): A dificuldade de tornar um assunto em não assunto (3/4)
46/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): na prática o que deixar de fazer (parte 4/4)
47/200 - Como ter potência criadora - 3 estratégia: Não chame os outros à atenção
48/200 - Como ter potência criadora - 4 estratégia: Cale-se por favor!
49/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégia: A história de Tolstói (uma reflexão)
50/200 - Como ter potência criadora: Finalmente - Os miminhos
51/200 - Relações horizontais e não verticais: a unilateralidade - parte 1
52/200 - Relações horizontais e não verticais: a autoresponsabilidade - parte 2
53/200 - O silêncio estúpido
54/200 - Eu adapto-me ou o outro tem de se adaptar a mim?
55/200 - Não compre guerras. O problema da conspiração
56/200 - A teoria dos Habitats: não floresça em microclimas
57/200 - O desconforto: o nosso campo de ação (parte 1)
58/200 - O desconforto: os contra-vontades (parte 2)
59/200 - Um jogo de energias - escolher ou acolher?
60/200 - Como atrair tudo até si
61/200 - Porque não vendemos nada e o nosso experimento social é gratuito - Parte 1
62/200 - Porque não vendemos nada e o nosso experimento social é gratuito - Parte 2 - O busílis
63/200 - Ação ou reação - A peça teatral, dão-nos um guião e escolhemos outro papel
64/200 - Um amor raro que faz relações durarem anos - Não precisamos que nos peçam desculpa
65/200 - Dance nas suas relações sem impor coreografia
66/200 - Não chame ninguém a atenção (parte 2): uma revolução nos relacionamentos - espalhe flores
67/200 - Quando os outros endurecem o semblante: a ponte caída 

Hoje iremos analisar o nosso Raciocínio 68/200 - O mimo como forma de resistência contra o endurecimento do mundo: use a cor que tiver

Esta temática foi abordada no
Raciocínio 50/200 - Como ter potência criadora: Finalmente - Os miminhos

Tenho vindo a explanar sobre o MIMO ou TERNURA como forma de resistência contra a dureza das pessoas.

A questão aqui é não ficarmos endurecidos como essas pessoas.
Elas vêm com o seu semblante duro e altivo.
As suas expressões faciais são de dureza e desprezo para connosco.
Elas olham de cima para baixo.
E isso é apenas e exclusivamente PROBLEMA DELAS.

Essas pessoas atacam com DUREZA e nós devolvemos MIMO, TERNURA, LEVEZA.
"Ternura" em português refere-se a ser suave, ser delicado, ser carinhoso. É uma forma de estar através de sentimentos suaves e amáveis. Pode também ser carinho, como um olhar afetuoso.

A ideia aqui é usarmos de uma TERNURA LÚCIDA, colocada com INTENÇÃO para lidar com os semblantes duros.

Um gesto de mimo é uma ESCOLHA ATIVA de SUAVISAR, de recusar o automatismo do cinismo. De recusar endurecer só porque os outros endurecem o seu semblante para nós.

Num ambiente onde tudo parece exigir eficiência, rapidez, contenção emocional e blindagem oferecer MIMO é deixar que a TERNURE quebre a dureza dos outros.

Nestes gestos nossos, não há qualquer passividade, tudo é INTENÇÃO, é calculado para gerar TERNURA.
O mimo não é ingenuidade, é ASTÚCIA EMOCIONAL.

O MIMO ou TERNURA não joga pelas regras dominantes. Ambos mudam o jogo.

Não se afirma, mas contagia.
Não se impõe, transforma o ambiente.

O mimo, quando verdadeiro, quando vem de um corpo inteiro e atento, pode ser uma técnica intencional para alterar comportamentos maus.

Falam mal para nós, e respondemos com TERNURA no NOSSO OLHAR. As nossas palavras saem carregadas de MIMO.

Nesse instante, fazemos algo que parece quase impossível: RECUSAMOS o CONTÁGIO da AGRESSÃO. Não deixamos que o que nos foi lançado nos MOLDE. Alguém fala mal, espeta farpas e nós, em vez de endurecer, amolecemos o discurso.

Devolvemos um olhar que cuida, que acolhe. Respondemos com uma voz que acaricia por dentro. Não é submissão. É alquimia. É nobreza emocional. Com estes gestos inaugurais entramos na profundidade do Movimento de Motivação e Auto-Ajuda. Faz-se com gestos que inauguram o meu PROCESSO.

Não se trata de ceder para evitar conflito, é oferecer uma forma de presença. E então gracioso. 

Quando alguém nos tenta puxar para o chão da dureza, respondemos erguendo o espaço para a delicadeza. É como se disséssemos com o olhar: "eu sei onde isto podia ir, mas escolho outra estrada."

E essa estrada é feita de GESTOS SUAVES que não se justificam, que não pedem licença.

Um toque gentil numa palavra, uma pausa que desarma, uma maneira de dizer "estou aqui" sem levantar escudo. Isto é nobreza interior e é também uma nobreza emocional

Não é fingimento de calma, é força emocional que não precisa mostrar os dentes.

É alquimia porque transforma dureza em CUIDADO. É nobreza porque não desce ao nível da agressão, mas também não se afasta com desprezo. Fica ali, firme, com MIMO nas mãos. E nesta FIRMEZA TERNA, há um poder antigo e revolucionário.

Antigo porque vem de tempos em que a linguagem era cuidada, quando se sabiam ler os corpos pelo silêncio, o toque era remédio.

Antigamente escutava-se com os olhos, lavava-se os pés uns dos outros como gesto natural. 

Revolucionário porque, neste tempo que vive à pressa e se arma em dureza, a TERNURA é um ato REVOLUCIONÁRIO.

Um modo de dizer: "eu não corro como vocês, eu não falo como vocês, eu não tenho pressa de me proteger de tudo."

A FIRMEZA TERNA não implora amor, oferece-o.
Não exige escuta, escuta primeiro.
Não se cala por medo, cala para dar espaço.
É tão revolucionária que às vezes fere quem não está pronto para esta reação. 
Porque desarma. Porque mostra uma outra possibilidade de estar, uma que não precisa vencer, apenas estar presente com inteireza.

Talvez o mundo ainda não saiba como lidar com quem responde com TERNURA, mas nós sabemos, estamos dentro de um PROCESSO. E isto é um privilégio.

Transformamos o que poderia ser o início de uma guerra num convite para a paz, ainda que o outro nem saiba que foi convidado. (risos)

A ternura nos olhos não é fraqueza, é firmeza de quem escolheu não se deixar contaminar.

O mimo nas palavras é como um cobertor estendido em cima de uma palavra cortante não para esconder o corte, mas para impedir que ele continue a sangrar.

E às vezes isso desarma mais do que qualquer resposta afiada.

Às vezes, a pessoa que falou mal fica confusa, desnorteada. Porque esperava confronto, esperava dureza de volta e encontrou abrigo.

E aí, algo se move. Mesmo que não seja visível. Mesmo que o outro não agradeça. Porque o meu mimo, a minha doçura, é uma escolha minha. É o nosso gesto de resistência.


Quando falam mal para nós como agir então de forma prática:
1. O olhar que não foge nem endurece
Olhar nos olhos da pessoa com suavidade. Sem confronto. 
Não baixar os olhos (isso seria submissão).
Não arregalar os olhos (isso seria ataque).
Um olhar firme e calmo, e podemos perguntar: "diga-me por favor, em que posso ajudar?"

Olhos nos olhos, como quem diz:
"eu vejo a tua dor mesmo quando ela me chega em forma de agressão".

É tão gracioso quando o outro grita, e eu apenas digo:
- "queres que coloque ali o que pediste?",
- "dá-me só um momento por favor"

E desarmamos com um gesto de leveza, de ternura, de mimo. 

2. A pausa que oferece espaço
Em vez de responder logo, respirar. Dar um segundo de silêncio. Isso é ternura também. Um espaço para que a emoção do outro se revele sem ser atropelada pela nossa defesa.

Às vezes, esta pausa já é resposta. Porque ficamos em silêncio. Uma espécie de yoga mas neste caso emocional. Inspiro, expiro, inspiro e expiro.

E não se preocupe agora com esta temática porque vamos abordá-la no Livro 5 sobre os Rituais de Aproximação (Raciocínios 85 a 99) e no Livro 6 quando abordarmos o par Reação/Ação, Raciocínios 100 a 111.

3. A voz bem colocada com palavras que não combatem, mas acolhem
Falar com voz baixa e doce, mas estável. Nem irritada, nem melosa. Uma voz que não entra no jogo da tensão. Que recusa elevar o tom, mesmo que o outro o tenha feito.

Podemos dizer:
"Noto que a situação precisa de ser realmente resolvida, vamos ver como podemos resolver".

4. O corpo que não se fecha
Ombros relaxados, respirar com calma. O corpo transmite mais do que mil palavras. Quando o nosso corpo não se encolhe, o outro sente que não está perante um inimigo e isso pode baixar defesas.

5. A delicadeza inesperada
Se for possível um toque leve no braço. Um gesto de cuidado. Ás vezes não é possível tocar a outra pessoa, pode até ser considerado agressivo. Temos de ter atenção.

A ternura começa dentro de nós mesmos, e dar ternura a quem fala mal é um ato íntimo de realeza, é um ato nobre.

NÃO SE TRATA DE MUDAR O OUTRO, mas de 
NÃO DEIXAR QUE ELE NOS LEVE PARA O LUGAR ONDE NÃO QUEREMOS VIVER.

Agora repare que nós temos um campo vasto para nos exercitarmos. Cada embate contra nós é uma oportunidade de desenvolvermos esta nobreza emocional. A ideia aqui é desenvolvermos skills de forma a que o ato em si passa já a ser natural da nossa pessoa. Esses skills são estratégias que temos de ser nós a descobrir qual a melhor forma para as desenvolvermos. 

O mimo e a ternura têm de ser práticas naturais da nossa pessoa. Podem primeiramente ser treinadas, até fazerem parte de nós.

E quando fazem parte de nós, já não se trata de esforço, trata-se da nossa forma de respirar vida, de RESPIRARMOS AFETO.

Como quem aprende a andar de bicicleta, ao início, há hesitação, desequilíbrio, mas depois o corpo sabe. Assim também o coração, se o deixarmos aprender estas estratégias para sabermos lidar com os outros sem os machucarmos.

Essas estratégias não são fórmulas rígidas, são trilhos que vamos desenhando à medida que caminhamos. Estes desenhos são feitos por nós. E são feitos com aquilo que somos, com as cores que temos, e muitas vezes ainda só sabemos pintar com uma só cor.

E mesmo essa única cor, por mais limitada que nos pareça, já contém mundos. Pode ser um azul tímido, um cinzento gasto, um vermelho impulsivo, mas é a nossa matéria-prima. E é com ela que começamos.

Às vezes pintamos sempre o mesmo traço, o mesmo gesto, porque é o que sabemos. Um certo tipo de sorriso, uma forma específica de escutar, um cuidado que repetimos. E não faz mal.

É neste repetir que vamos descobrindo nuance. 
A mesma cor, mas com mais profundidade.
A mesma ternura, mas com mais presença.

Com o tempo e com o risco de experimentar vamos abrindo espaço para outras cores. Não porque nos forçamos a ser diferentes, mas porque a própria prática da ternura nos alarga por dentro. 

O coração começa a aprender novas tonalidades, novas texturas de estar com o outro. E talvez um dia, sem darmos por isso, estejamos a pintar com tons que nunca imaginámos ter. Não porque os fomos buscar fora, mas porque estavam em nós, à espera de serem tocados pela coragem de nos tentarmos.

Estes desenhos são feitos também com os fragmentos de histórias que nos atravessam. Não são desenhos perfeitos são esboços, rabiscos, por vezes borrões, mas são nossos

E é essa autoria íntima que dá sentido ao nosso caminho. Porque seremos nós a usar as estratégias mais adequadas dentro dos nossos mundos.

Se alguém nos dissesse "faz assim", talvez imitássemos, talvez até resultasse um pouco, mas não seria orgânico, não brotaria de dentro de nós.

As estratégias que nos transformam de verdade não são impostas, são descobertas por nós, por isso temos falado diversas vezes que este Experimento Social parte de si para fora. Lembra-se de termos explorado o "em mim" e o "por mim?"

Sendo isto um PROCESSO GRADUAL e GRADATIVO que se faz por um MOVIMENTO no seu interior e que transpõe para o exterior nas suas relações.

São respostas que nascem do corpo, do afeto, do erro, da persistência. 

Cada gesto de mimo que nasce de nós, mesmo imperfeito, já é um traço nesse desenho.

Quando percebemos que podemos desenhar o mundo à nossa volta com ternura, não como fantasia, mas como prática, começamos a habitar a realidade com outro tipo de poder. 

Um poder que não domina, mas que CUIDA.

Estes desenhos, sendo nossos, também são ÚNICOS. E talvez seja isso que torna tudo tão gracioso. Cada pessoa que se treina nesta nobreza emocional deixa no mundo uma marca de delicadeza. E nós vamos marcar vidas. Já antes esbocei um pouco sobre isso: Seu legado são todas as vidas que você tocou.

Cada gesto, mesmo pequeno, pode ser ensaio e descoberta. Por isso falamos tantas vezes que os outros inclusive pessoas [tóxicas], pessoas difíceis, são para nós objeto de estudo, objeto de investigação, são o laboratório das nossas experiências para nos tornarmo-nos mais humanos.

Um olhar mais demorado, uma escuta que não interrompe, uma palavra que amacia o silêncio. E talvez o mais gracioso seja isto, não termos de esperar que a vida esteja certa para sermos TERNURA.

Não esperarmos pelas condições ideais, pelo momento perfeito, pela pessoa certa, porque o TREINO é sempre AGORA, com quem está, com o que há.

Mesmo no embate, ou talvez sobretudo aí, quando tudo parece puxar-nos para a dureza, é onde a TERNURA mais precisa de coragem.

E é esse TREINO que nos faz crescer por dentro, não para nos tornarmos melhores pessoas no sentido moral, mas mais habitáveis, mais macios por dentro, mais disponíveis para a beleza de estar vivos.

Pinte com as cores que tem.
Por favor comece a pintar!

Abraço fraterno
Nuno Miguel R. S. Gomes
(Sociólogo e Filósofo)

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