
Raciocínio 89/200
Um estudo SECRETO: Os micro rituais de aproximação - dois pares distintos: micro-sorriso e o semblante-fechado
Motivação para viver, a busca pela felicidade através de um método de esforço cognitivo. O método que usamos é efetuado por etapas graduais. Será o encadeamento destas etapas que nos levará a entender este processo complexo constituído por 200 raciocínios.
Começaremos vários exercícios de motivação. Poderá comentá-los, ou enviar mensagem em privado para o nosso email: Auto.ajuda.mundo@gmail.com
Iremos gradualmente e por raciocínios adquirir conhecimento motivacional. Sugerimos que comece pela 1° raciocínio para poder perceber o encadeamento dos raciocínios que iremos estabelecer, e faça a leitura ao seu ritmo. Basta em cima selecionar "Raciocínios" e 1/200, e depois por 2/200 e assim por diante.
Vamos fazer aqui um resumo de todos os raciocínios que já abordámos:
1/200 - O início de uma caminhada
2/200 - O problema de atribuir significado a pensamentos que não interessam
3/200 - Não permita que o passado exerça poder sobre si
4/200 - Transcenda as limitações do passado
5/200 - A mente e o poder incrível da imaginação
6/200 - Os rituais do imaginário
7/200 - Preferir a "felicidade" à "depressão"
8/200 - Vamos criar um raciocínio produtivo
9/200 - O problema da crença do poder da atração
10/200 - Escolher a felicidade e recusar a infelicidade (Parte 1)
11/200 - A explicação do nosso "segredo"!
12/200 - O problema da Ataraxia
13/200 - A emoção da tristeza
14/200 - Nós somos responsáveis pela maneira como nos sentimos
15/200 - A lei da fé
16/200 - O que fazer com a inveja
17/200 - Quando está tudo escuro e a luz que brilha está bem longe
18/200 - A Paz Interior o motor da vida (1/3): introdução
19/200 - A Paz Interior o motor da vida (2/3): o poder da recordação
20/200 - A Paz Interior o motor da vida (3/3): A regra do silêncio deixando de ter razão
21/200 - Retirar de nós a auto-piedade, auto-rejeição, auto-depreciação, auto-anulação (parte 1)
22/200 - Auto-acusação e Auto-piedade (parte 2)
23/200 - Esclarecimento sobre os "Autos"
24/200 - Tomar consciência dos pensamentos que temos
25/200 - Preferir a FELICIDADE em vez da infelicidade (Parte 2)
26/200 - Não tenha medo de errar
27/200 - Fortaleça a sua estabilidade interior
28/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 1): Introdução
29/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 2): Projetar potência criadora numa dedicação integral com todos, da mesma forma e continuamente
30/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 3): ofereça presença
31/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 4): "Acolhimento" - 1ª Dimensão
32/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 5): "Acolhimento" (continuação)
33/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 6): "Apoio" - 2ª dimensão
34/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 7): "Apoio" - 2ª dimensão (continuação)
35/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 8): "Projeção" - 3ª dimensão
36/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 9): "Valorizar" - 4ª dimensão
37/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 10): "Entrar em sintonia" - 5ª dimensão
38/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 11): "ilumine o outro" - 6ª dimensão
39/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 12): "Como definir o Campo de Ação e o Poder de saber o nome" - 7ª dimensão
40/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 13): "Altere o seu olhar" - 8ª dimensão
41/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégias (Parte 14): "dar espaço ao outro" - 9ª dimensão
42/200 - Como ter potência criadora - 1 estratégia: IVA (imposto de valor acrescentado)
43/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (parte 1/4)
44/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): Um segredo que revelamos - A criação das redes de pequenas maledicências no trabalho (parte 2/4)
45/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): A dificuldade de tornar um assunto em não assunto (3/4)
46/200 - Como ter potência criadora - 2 estratégia: O que é um não assunto (continuação): na prática o que deixar de fazer (parte 4/4)
47/200 - Como ter potência criadora - 3 estratégia: Não chame os outros à atenção
48/200 - Como ter potência criadora - 4 estratégia: Cale-se por favor!
49/200 - Como ter potência criadora - 5 estratégia: A história de Tolstói (uma reflexão)
50/200 - Como ter potência criadora: Finalmente - Os miminhos
51/200 - Relações horizontais e não verticais: a unilateralidade - parte 1
52/200 - Relações horizontais e não verticais: a autoresponsabilidade - parte 2
53/200 - O silêncio estúpido
54/200 - Eu adapto-me ou o outro tem de se adaptar a mim?
55/200 - Não compre guerras. O problema da conspiração
56/200 - A teoria dos Habitats: não floresça em microclimas
57/200 - O desconforto: o nosso campo de ação (parte 1)
58/200 - O desconforto: os contra-vontades (parte 2)
59/200 - Um jogo de energias - escolher ou acolher?
60/200 - Como atrair tudo até si
61/200 - Porque não vendemos nada e o nosso experimento social é gratuito - Parte 1
62/200 - Porque não vendemos nada e o nosso experimento social é gratuito - Parte 2 - O busílis
63/200 - Ação ou reação - A peça teatral, dão-nos um guião e escolhemos outro papel
64/200 - Um amor raro que faz relações durarem anos - Não precisamos que nos peçam desculpa
65/200 - Dance nas suas relações sem impor coreografia
66/200 - Não chame ninguém a atenção (parte 2): uma revolução nos relacionamentos - espalhe flores
67/200 - Quando os outros endurecem o semblante: a ponte caída
68/200 - O mimo como forma de resistência contra o endurecimento do mundo: use a cor que tiver
69/200 - Um experimento social de acolhimento: não escolhemos mas acolhemos
70/200 - A solidão e o mundo das conexões: a porta enferrujada
71/200 - Mais vale só do que mal acompanhado: e se este ditado estiver incorreto?
72/200 - Solidão, Solitude e Solícito
73/200 - Os déspotas do nosso interior
74/200 - Conspiração: As vidas diminuídas (Parte 2)
75/200 - As minhas ações estão a construir uma melhor pessoa em mim?
76/200 - Somos amorais com os outros: o poder da agulha
77/200 - A dissonância é o lugar do encontro comigo mesmo: um tema secreto
78/200 - Diz o ditado popular: Toda a ação gera uma reação: e se em vez de reagir, agirmos?
79/200 - Presenças invisíveis, sem valor, pessoas descartáveis
80/200 - Encontre falhas e destrua a sua relação
81/200 - Uma reflexão SECRETA - O Mestre das nossas vidas: É no encontro com o outro que se dá o deslumbre de quem somos
82/200 - O Mestre dos Mestres: O lugar secreto
83/200 - O Mestre dos Mestres: Um tempo SECRETO
84/200 - O Mestre dos Mestres: deixe o riso brotar do seu interior
85/200 - Um estudo SECRETO: Os micro rituais de aproximação
86/200 - Um estudo SECRETO: Os micro rituais de aproximação - um yoga diferente
87/200 - Um estudo SECRETO: Os micro rituais de aproximação - a pausa-silêncio transforma-se no par ternura-silêncio
88/200 - Um estudo SECRETO: Os micro rituais de aproximação - dois pares distintos: a ternura-silêncio e a ausência-silêncio
Hoje iremos analisar o nosso Raciocínio 89/200 - Um estudo SECRETO: Os micro rituais de aproximação - dois pares distintos: micro-sorriso e o semblante-fechado
Nos micro rituais de aproximação abordámos já o silêncio como ato positivo de me calar no momento certo(1) para não invadir o espaço do outro(2). A este silêncio atribuí o par silêncio-ternura(3), como o reconhecimento em mim mesmo(4) que a minha perspetiva não está a ser tomada em conta(5). Esta consciência(6) e em nome da ternura na relação(7) leva-me a aproximar-me do OUTRO(8).
Em vez de entrar num debate de palavras inúteis(9), calo-me(10) e dou lugar à ternura(11), à aproximação, ao encontro.(12)
Abordei também o silêncio de forma negativa(13) onde o par silencio-ternura passa para silêncio-ausência.(14)
Quando a pausa-silêncio instala-se na relação(15) e os silêncios são vazios(16), são distância, são desaproximação.(17)
Hoje vou abordar outro ritual de aproximação: o micro-sorriso(18). Não o sorriso largo(19), mas aquele que mal se nota(29), como se fosse um aceno SECRETO.(30)
Pode desarmar(31), pode aproximar(32), pode ser ritual de abertura.(33)
Diariamente sou um semeador discreto de claridade nos corredores do trabalho.(34)
O micro-sorriso, por ser tão breve(35) e quase invisível(36), não pesa nem invade(37), mas deixa no ar uma vibração que os outros captam mesmo sem dar por isso.(38)
É um ritual de aproximação(39) porque não pede nada em troca(40), é dádiva gratuita.(41)
E é micro(42) porque cabe em qualquer instante(43). Ao passar por alguém no cruzamento rápido(44) o micro-sorriso trás luz(45), quebra barreiras.(46)
Nesse cruzamento rápido, onde em regra cada um passa fechado no seu rumo(47), o micro-sorriso age como faísca breve(48), não se demora(49), não prende(50), mas abre fenda no automatismo.(51)
É como se disséssemos sem palavras que ali há encontro, mesmo que fugaz.(52) E a força está precisamente em caber em qualquer instante(53), não precisa de cenário nem de pretexto.(54)
Esse quase-nada(55), ilumina(56). Dissolve um muro invisível(57), cria a lembrança de que somos vistos.(58)
No trabalho, estes gestos espalham-se como pequenos clarões ao longo do dia(59), uma espécie de contra-ritmo à pressa(60), uma resistência suave à dureza do quotidiano.(61)
Este espalhar de micro-sorrisos vai criando uma textura no espaço(62). Torna o ambiente menos árido(63), abre frestas onde poderia haver indiferença.(64)
E esta é a beleza do micro-sorriso, quebrar as barreiras da indiferença.(65)
O micro-sorriso é quase como água a infiltrar-se numa parede seca(66), não derruba de imediato(67), mas suaviza, abre poros(68), permite respiração onde antes havia rigidez.(69)
A indiferença é dura(70), impenetrável(71). O micro-sorriso cria fendas nessa superfície(72), devolve humanidade ao encontro.(73)
A beleza está neste contraste: como um gesto mínimo consegue ir contra a muralha pesada.(74)
A indiferença não suporta o calor humano(75), não suporta esse brilho rápido que afirma presença e humanidade.(76)
É um ritual silencioso, mas profundamente transformador(77). Onde poderia haver apenas passagem anónima(78), instala-se proximidade leve(79), quase impercetível, mas real.(80)
É como se fosse uma rede subtil, que liga as pessoas de maneira quase subterrânea.(81)
Podemos pensar agora nas três faces, como fizemos com o silêncio:(82)
- silêncio-ternura(83)
- silêncio-ausência(84)
- E agora: Micro-sorriso-ternura(85). O gesto de acolher sem palavras(86), de reconhecer o outro na sua humanidade.(87)
Semblante-fechado
A prática(88) de quem não sorri(89), não se abre(90), mantém o espaço árido(91). Aqui o ritual existe, mas é o ritual da contenção(92), do não deixar passar nada(93). Um semblante que transmite desumanidade(94). E no meu local de trabalho há muitos semblantes assim.(95)
"Semblante-fechado" é uma expressão muito forte(96), porque dá a sensação tal como ela é, de muralha erguida no rosto(97). E ao chamá-lo de prática(98), mostro que também aqui há um ritual(99), só que de EXCLUSÃO(100), de manter o outro à distância.(101)
- O "micro-sorriso-ternura" abre poros na realidade, faz circular ar fresco.(102)
- O "semblante-fechado" sela, aprisiona, endurece o espaço em volta.(103)
- Um espalha calor subtil, o outro é frio.(104)
- Um dá passagem, o outro ergue barreiras.(105)
No fundo ambos se encontram no mesmo plano(106): São micro-gestos cotidianos(107), moldam a atmosfera partilhada(108), como se fossem as notas mínimas de uma música que estamos sempre a compor juntos.(109)
- No micro-sorriso a nossa melodia é um convite de ternura que fazemos aos outros(110). No micro-sorriso, a melodia é de ternura, sem exigência(111). É como se disséssemos: há espaço para ti aqui, mesmo que seja só neste instante fugidio.(112)
Esta melodia não é cantada em voz alta(113), é quase inaudível(114), mas toca o outro por dentro.(115)
O semblante-fechado, em contraste, é um silêncio de pedra(116), ausência de melodia.(117)
No micro-sorriso, somos músicos de um instrumento invisível(118). Afinamos o ar comum(119), deixamos vibração doce a ressoar(120), mesmo depois do instante passar.(121)
Há aqui uma sinfonia SECRETA(122) tal e qual como no silêncio-ternura que é um ritual SECRETO(123). Digo SECRETO, porque é um ato consciente da minha vontade(124), porque me calo para deixar o outro livre na sua perspetiva(125) sem entrar em confronto(126). É pois uma conversão da minha vontade(127) para poder maximizar a minha relação(128) através do encontro e da aproximação(129). Em vez de entrar em debates inúteis de palavras e perspetivas(130), calo-me(131), e nesse calar, faço do silêncio um gesto ativo, um instrumento de aproximação.(132)
Não é ausência(133), não é fuga(134). É escolha consciente(135), é o meu poder transformado em abertura(136). Ao me calar, não retiro presença(137), pelo contrário, deixo espaço para que o outro se manifeste(138), se veja(139), e possamos encontrar-nos de forma mais verdadeira.(140)
É exatamente isso que faz do silêncio-ternura um ritual SECRETO(141). É a minha vontade convertida em cuidado(142), em atenção ao outro(143), em maximização da relação.(144)
Evito debates inúteis(145), porque sei que a palavra, por vezes, pesa mais do que aproxima(146). Calando-me, ofereço presença leve(147), como se dissesse: "estou aqui, contigo, sem invadir, sem apagar, sem competir".(148)
É um gesto pequeno(149), mas carregado de FORÇA(150), como se cada pausa(151), cada respiração silenciosa(152), fosse a nota da minha sinfonia SECRETA(153), tocada apenas na frequência da forma como dou a minha ternura.(154)
Isto é muito forte: "vens com o teu semblante duro e altivo e eu devolvo-te a TERNURA".(155)
No micro-sorriso é na mesma um gesto voluntário da consciência da minha vontade(156). Há esta mesma intenção do silêncio-ternura(157). É um gesto consciente(158), um convite de ternura(159) que não exige retorno(160), que não invade(161), mas abre espaço.(162)
Cada sorriso é como uma nota suave da minha sinfonia secreta(163), tocada por mim(164) para o outro perceber(165), mesmo que brevemente(166), que há presença e cuidado.(167)
É dádiva, é calor subtil, é escolha de transformar o momento.(168)
Vemos o barco a desviar-se do rumo e podemos fazer tanta diferença: "queres ir jantar fora?"(169)
No semblante-fechado, temos o reverso(170). Um gesto que também se repete(171), também é ritual(172), mas é fechamento.(173)
Não há melodia(174), não há abertura(175); há contenção(176), barreira(177), ausência de convite.(178)
Ao contrário do micro-sorriso, não transforma o espaço(179), não suaviza a indiferença(180), apenas a mantém(181) ou até a reforça.(182)
O semblante-fechado transmite a ideia contrária ao AMOR e à TERNURA.(183)
É como o silêncio que não acolhe(184), que se fecha contra a vida do outro(185). Enquanto o micro-sorriso é melodia de ternura(186), o semblante-fechado é ausência de melodia(187), é frio(188), é MURO.(188)
Transmite justamente o oposto do que o AMOR e a TERNURA propõem(189). Em vez de abertura e conexão, há recuo e separação.(190)
- Onde o sorriso oferece convite(191), o semblante-fechado impõe distância(192).
- Onde o sorriso cria frestas de luz(193), o semblante-fechado mantém o espaço árido(194), invisível(195), quase inacessível.(196)
- O micro-sorriso oferece acolhimento, presença(197), o semblante-fechado, frieza(198), carrega o peso da invisibilidade que é dada aos outros(199). Um acolhe(200) e o outro insiste em tornar os outros invisíveis.(201)
É fascinante perceber que, mesmo sem palavras, este micro-ritual, ou melhor, esta não-prática do micro-sorriso, comunica de forma clara:(202)
- não há entrega,(203)
- não há aproximação,(204)
- não há presença de ternura.(205)
Mais uma vez há aqui uma ressalva a fazer(206). Não se trata de tentar "consertar" quem mantém o semblante-fechado(207), nem de fazer o outro mudar.(208)
O foco não está no OUTRO(209), mas em NÓS.(210)
O micro-sorriso voluntário nasce no nosso interior(211), é um gesto consciente que emana da minha vontade de ternura(212), de presença e de amor.(213)
Passa para o exterior, mas não para manipular(214) nem para obter retorno(215). A prática no nosso Movimento de Motivação e de Auto-Ajuda é ser unilateral e não reciproco.(216)
Apenas queremos dar(217), porque queremos estar inteiros neste gesto.(218)
É neste dar que transformamos a nossa própria pessoa(219). Cada micro-sorriso é uma pequena reforma interna(220), uma nota da minha sinfonia SECRETA(221), que me alinha com AMOR e TERNURA.(222)
O semblante-fechado dos outros existe(223), mas não me afeta(224), porque é o gesto que lhes pertence apenas(225) e esses gestos definem esses outros(226), mas não me definem a mim(227). O meu micro-sorriso não depende da resposta do outro.(228)
O micro-sorriso nasce de mim(229) e, ao ser dado(230), modifica-me(231), suaviza-me(232), aproxima-me de quem desejo ser.(233)
[Escrito em Praga, República Checa, Setembro de 2025](234)
Abraço fraterno
Nuno Miguel R. S. Gomes
(Sociólogo e Filósofo)
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